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domingo, 31 de janeiro de 2010

Fases da Lua

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ditados Populares Ilustrados

Os ditados ilustrados a seguir são uma boa opção para trabalhar interpretação de texto com os alunos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Leitura - tipos de linguagem - linguagem regional

O texto abaixo é interessante para a professora estudar com os alunos a diferenças de linguagem. Uma atividade interessante é pedir aos alunos que reescrevam o texto em linguagem culta e depois discutir com eles se muda alguma coisa na significação do texto. É importante, também, falar da adequação da linguagem, o texto culto não vai ter a mesma graça do texto na linguagem regional. Essas observações fazem com que o aluno aprenda que dependendo do contexto a linguagem que se pede é outra.


Produção de texto - Sequência de gravuras

Esta sequência de gravuras pode ser explorada para produção de textos. Pode ser uma produção coletiva oral, ou escrita pela professora enquanto as crianças falam; em turmas mais avançadas, as próprias crianças podem escrever sua histórias.
Seria interessante socializar o textos com outros leitores, uma vez que um texto realiza sua condição de textual quando atinge leitores.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Projeto mascote em sala de aula









Trabalhar de maneira lúdica a aprendizagem é a mais nova proposta da Happy Town, empresa especializada em amiguinhos de pelúcia personalizados. O projeto Mascote foi uma estratégia desenvolvida pela marca, em parceria com a escola bilíngüe Brazilian International Integration School (BIS), de São Paulo, para ensinar valores que ajudam na formação e educação de crianças de quatro meses a 14 anos. 

            Implantado no ano passado, o projeto funciona da seguinte maneira. Cada turma escolhe, no início do semestre, um amiguinho de pelúcia Happy Town para ser o mascote da sala. Como mais um aluno da classe, o novo amigo ganha nome, uniforme da escola, certidão de nascimento e características da personalidade. A turma fica responsável por cuidar do companheiro e as responsabilidades começam. Para a coordenadora pedagógica da Brazilian International Integration School, Audrey Taguti, “o mascote, como líder do bem, é mais um recurso que o professor tem para desenvolver boas maneiras e virtudes como coragem, honestidade, respeito, companheirismo, ou seja, assuntos sérios, mas que ainda são abstratos para a criança”, explica. Este é o segundo ano que a BIS está com o Projeto Mascote.

O projeto funciona em sistema de rodízio. Cada dia um aluno leva para a casa o amiguinho de pelúcia e um diário para escrever todas as atividades e colar fotos. Os pais abraçam o projeto e se envolvem com a proposta pedagógica estimulando os filhos na criação da mascote. “Como eles levam para a casa, eles começam a trabalhar a responsabilidade de não sujar, não rasgar, cuidar do amiguinho e não deixar que ele seja maltratado por ninguém, já que terão que devolver aos colegas”, explica Taguti.

            Para cada idade há um foco educacional. As crianças em fase de alfabetização, por exemplo, usam o amiguinho para ilustrar as explicações em sala de aula. No diário, a escrita é estimulada. Para as mais novas, a ideia é criar um vínculo afetivo forte entre o grupo, aumentando o laço de união e amizade, já que terão um objetivo comum: cuidar da mascote. “Uma mãe incentiva o filho a comer mostrando que o pequeno de pelúcia também come”, afirma Taguti.

            Umas das franqueadoras da Happy Town, Suzana Borzani, acredita que o Projeto Mascote facilita na construção do aprendizado e trabalha questões de cidadania por meio das mensagens que cada mascote passa para a classe. “Atrás da criação de um bichinho de pelúcia podemos contribuir na valorização do bem e de qualidades tão importantes na formação do ser humano. A Happy Town vai além da escola e chega até as famílias, com outra posição, que não apenas ser mais um amiguinho de pelúcia”, conclui.  

Bem, até aqui vimos um projeto com fins educacionais, mas também com finalidades comerciais.

Professoras habilidosas poderão confeccionar seus próprios mascotes e aproveitar a ideia do projeto acima. Usando a imaginação, professoras poderão criar várias oportunidades de aprendizagem para seus alunos.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Etiqueta de incentivo


Primeira reunião de pais - texto de sensibilização

Primeira reunião de pais é sempre um sufoco para a escolha de uma mensagem legal e que dê o recado.
Recebi da professora Mary Aguiar um sugestão que gostei muito e gostaria de partilhar. A professora explica como conduziu a reunião:

Quando os pais entravam para o local de nossa reunião, eu entregava uma bolinha de algodão, eles entravam sem entender nada. 



**Um Floquinho de Algodão**
Havia uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido 

por cada um, era trocado. 





A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade.
Quem nada produzia, quem nao possuía coisas que pudessem ser trocadas


 por alimentos, ou utensílios, dava seu CARINHO.

O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, 

era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca.


 As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num 
outro momento ou outro dia.

Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno
garoto a nao mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais
rica da cidade e teria o que quisesse.

Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas 

mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em 
pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil 
de circular dentro dela.

Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas
começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA

 da cidade desapareceu. 





Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, 



a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram 
a IGNORAR-SE pelas ruas.

Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE
e SOZINHO, o que o fez o menino procurou a velha para perguntar-lhe 

e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. 





Nao a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola,



 colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade 
distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO,
 apenas dizia: "Obrigado por receber meu carinho".

Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último

CARINHO sem receber um só de volta.

Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou
até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro...e outro...até
que definitivamente a aldeia voltou ao normal.



e eu terminei falando assim: esse é meu floquinho de algodão pra vc! Pois é assim que pretendo conduzir meu trabalho. Com muito carinho e dedicação.


Parabéns Professora Myrian por tão bela sugestão!

Alfabeto da Mônica





Um material fantático para alfabetização. Gostaria de conhecer a autoria para dar os créditos devidos. Os personagens são como todos sabemos do Maurício de Souza e os textos?

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Professora da Educação Básica, atuando também na universidade. Doutoranda, procuro entender os processos cognitivos envolvidos na produção da referenciação em textos narrativos.